Alice Bailey
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sábado, 9 de maio de 2015
Da arte de escrever do cume calmo
Escrevem através do conhecimento pessoal, e portanto empregam suas mentes concretas na tarefa de estabelecer este conhecimento em termos que revelarão a verdade àqueles que têm olhos para ver, e contudo ocultarão aquilo que for perigoso, do curiosos e do cego. Esta é uma tarefa difícil de cumprir, porque a mente concreta expressa o abstrato de maneira muito inadequada e, na tarefa de incorporar a verdade às palavras, muito do verdadeiro significado se perde.
Alice Bailey
Alice Bailey
domingo, 15 de setembro de 2013
Sobre a arte de escrever do cume calmo
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| BASTA SER SINCERO E DESEJAR PROFUNDOraul seixas |
Escrevem porque são inspirados. Devido ao seu instrumento físico, à sua pureza de vida, à sua sinceridade de objetivos, à sua devoção à humanidade e ao próprio karma do serviço, desenvolveram a capacidade de tocar às fontes superiores das quais flui a verdade pura, ou verdade simbólica. Podem captar correntes de pensamento que foram movimentadas por aquele grande grupo de Contempladores ou aquelas correntes de pensamento definidas, especializadas, originadas de uma das grandes equipes de instrutores. Seus cérebros, sendo transmissores receptivos, os capacitam a expressar no papel estes pensamentos com os quais entram em contato - a nitidez da transmissão dependendo da receptividade do instrumento, isto é, a mente e o cérebro do transmissor. Nestes casos, a forma das palavras e das frases é deixada grandemente ao escritor. Por isso, o apropriado dos termos usados e a correção da fraseologia dependerão do seu equipamento mental, de seus recursos educacionais, da extensão do seu vocabulário e de sua capacidade intrínseca para compreender a natureza e a qualidade dos pensamentos e ideias transmitidas." Alice Bailey
BEBA, POIS A ÁGUA VIVA AINDA ESTÁ NA FONTE! raul seixas
sábado, 3 de agosto de 2013
Onde fica o lugar no redondo que move?
O resto
- e o corpo -
são somente aparição
efeito da causa que paira
por baixo dos panos
por dentro das peles
ideia por entre a molécula
ideia que abarca a célula sou
isso
e você também é e
é obvio o subjetivo
e eu pergunto como explicar?
- fiquei presa numa frase -
e ainda pergunto como escapar?
numa dúvida besta bonita divago se leio
deitada sob o sol no dia ou sobre o sol na noite?
quando a resposta óbvia intrínseca que ouço é ao redor
(essa questão pertence à uma dimensão que ainda não toquei, não sei se estou bem das contas mas acho que é a quinta)
ao redor é o lugar é a resposta e é promessa bailarina às dicotomias
circular tudo
pois tudo volta - pois morre e eis que
tudo vem - pois nasce
circular é a volta
é a parte da curva é a bola e rola.
na primeira curva no vislumbre - te circular. em vão. coisas do infinito.
somem-se nos vãos do infinito. na curva. na volta. volta.
se sabemos?
então que estúpido o quadrado o partido a direita a religião a esquerda
e esse eu quando finca-se dentro do quadrado achando-lhe agudos os ângulos
raiz hipotética cega ofusca do vôo livre do salto dentro de tanto ar de tanto eu tonto
querendo o lindo e o redondo com as palavras pintando frases e essa parede branca
saio do quadrado afobado paro e vejo os lados dessa ciranda, óh como é multicor!
respeito o subjetivo que ele é palpável é tão comum mas é tão invisível
tô tranquilo no caminho mas porra que vontade de fumar um cigarrilho
meu objetivo tem ânsia e é com esmero que ergo esta ode ao subjectum
nesta noite num brinde o grito quieto e não acendo um cigarrilho e sim
calo-te eu identificado! objeto voador ao redor, ao redor, ao redor.
Transita-me o subjetivo ao redor e é maior no sonho e dentro.
Se você se deixar sonhar.
Um sonho ciranda ........ e ...... outra criança vai nascer.
E vai achar que o universo é um imenso campo de brincadeiras.
img.: Lucio Lopez Cansuet
"Quando se lida com as coisas ocultas e subjetivas e quando o assunto sobre o qual se escreve lida com o indefinível, então se encontra a dificuldade. Não é coisa difícil descrever a aparência pessoal de um homem, suas vestes, sua forma, e as coisas das quais se cerca. A linguagem satisfaz suficientemente quando se trata do concreto e do mundo da forma. Mas quando se tenta transmitir uma idéia de sua qualidade, caráter e natureza, imediatamente se depara com o problema do desconhecido, com aquela parte indefinível, não-vista que nós sentimos, mas que permanece em grande parte não-revelada e não compreendida mesmo pelo próprio homem. Como então iremos descrevê-lo por intermédio da linguagem? " Alice Bailey
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